quarta-feira, 9 de março de 2011

O amor é como War

"Às vezes o amor é uma ciência exata."

Me deparei com essa frase em um blog por aí. Eu acredito totalmente nela e nunca tive a capacidade de compilar as palavras de maneira tão simples e genial, erro meu.

Acredito que muito vão discordar de mim quanto a isso, mas, sim, o amor é uma ciência exata. Eu diria que em 80% dos casos - e tudo bem que isso já elimine o exatismo da coisa - pode-se prever o que o outro lado fará e, para isso, bolar planos e estratégias.

Eu diria que o amor é como War.


Você tem um campo e, desde o início da sua adolescência, quer conquistar territórios, até que um dia você alcança o objetivo maior e ganha o jogo. Nem todos ganham, alguns desistem antes e voltam mais tarde para outra partida.

E tenho que exemplificar isso tudo.

Você começa sua vida amorosa conquistando Dudinka, afinal, ninguém quer aquela porra e você precisa ser iniciado, precisa ter ganho algum território, conhecimento de batalha, para conquistas maiores. - Após isso Dudinka geralmente fica com alguns dos perdedores do jogo, perdedores no sentido do jogo, não quero ser processado por bullying contra quem nunca ganhou uma partida no War.

Depois de Dudinka você tenta conquistar o Brasil, nem tem motivo pra isso, não é seu objetivo, mas você nasceu aqui e acredita que seja a coisa certa a ser feita. Óbvio que você não vai conquistar o Brasil, não tem experiência para isso. O Brasil será conquistado por quem já está no seu 3° ou 4° jogo e tem exércitos sobrando.

Então você parte com tudo para a Europa e a Oceania. Só se deu bem com a Oceania, mas gostou do jogo, está mais experiente, sabe melhor o que esperar dos dados, sabe brincar com o conhecimento que tem - de você mesmo e dos inimigos, que nada mais são do que aqueles que você deve conquistar.

Na primeira investida na Europa você perdeu a segunda tem um cenário melhor.

E então você vai pros EUA. Lá é fifty-fifty, você ganha e perde, mas sai feliz e contente contando histórias para todo mundo.

Em 80% dos casos você perde seu primeiro jogo, alguém mais experiente leva.

O interessante é que quem ganha o primeiro jogo perde sua experiência, ganhar seu primeiro jogo significa um relacionamento mais duradouro, o que te deixa de fora de algumas partes do processo, novas partes do processo.

Quem continua jogando ou gosta do jogo e não quer parar ou está realmente cansado. Conheço muitos que estão de ambos os lados, é até bonito de ver os desesperados e os que fingem não ligar para as derrotas de algumas batalhas.

O amor, se não é uma ciência exata, é algo empírico. Viva para descobrir o que, quando, como e onde fazer, sentir, gostar, acreditar. Nada disso fez sentido, mas tudo bem, um dia vocês entendem.

P.S.: Eu não esqueci a Africa. Ela está sempre lá, ela ajuda alguns necessitados e auxilia outros na conquista do objetivo, só depende do jeito que você olhar pra ela.

P.S.: Repeti várias vezes uma série de palavras nesse post e não corrigi a pontuação. Se isso te incomodou lhe digo uma coisa: Foda-se, vá ler um livro.

Beijos.

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