Alguns dos capítulos mais marcantes da vida de Lucinda se sucederam nos ônibus. Exemplos de reunião do bairro, lugar onde acontece de tudo. O coletivo de Lucinda era um exemplo para os outros. Ele parecia uma feira marroquina. Não que algum dos passageiros fizesse essa relação.
Haviam sempre aquelas duas senhoras que sentavam-se no mesmo lugar, falando sobre o mesmo assunto, gritando no mesmo tom, olhando com as mesmas caras de desconfiadas quando alguém subia os degraus do 'buzão' e se dirigia para o fundo. Ahhhh o fundo! Onde ficava o 'pessoal mais jóve' como diria Lucinda. Por acontecia de tudo, alguns diziam até que a filha do seu João tinha 'emprenhado' no coletivo, ninguém duvidava. Era de conhecimento de pouco, mas uma gíria estava começando a se popularizar entre os meninos do bairro de nossa heroína. Quando os meninos da região queriam, enfim, dar uma, como diria meu avô: "Fugida pras moita", eles diziam que: "iam dar uma buzeada". Ninguém entendia mais essa juventude.
Lucinda suspeitava que encontraria o verdadeiro homem de sua vida no ônibus, ela tinha quase certeza que isso aconteceria. Para Lucinda os ônibus eram a maior invenção da história. Com ele se podia ir de um lugar para o outro gastando pouco, conversando, vendo TV, afinal colocaram TV no coletivo do bairro de Lucinda, aliás foi só a empresa colocar uma TV no coletivo que o pessoal do 'gato' deu um jeito de gravar a novela da noite passada e passar na viagem para quem tivesse perdido o capítulo.
A viagem correu bem, todos assistiram a novela normalmente. Para descer do ônibus foi aquele aperto. Lucinda já estava acostumada. Na verdade ela gostava bastante de ônibus lotado, ela gostava de imaginar que todos homens que roçavam, encoxavam, raspavam, encostavam nela a consideravam uma deusa e, por isso, aproveitavam a oportunidade que tinham de encostar nela. Ao descer nossa querida brasileira empinava bem sua bunda e caminhava rebolando mais que Chesire Cat.
O próximo capítulo é a história de Lucinda na firma onde ela trabalha.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
1º selo do Gerador
O Gerador de Improbabilidade recém voltou a vida e já ganhou um selo! Quem presenteou esse humilde blog foi o Prêmio M3. Agradeço o selo e digo que o único presente que poderia ser melhor que esse é um saco de balas de funcho.

Agora eu devo repassar este selo para 10 outros blogs e dizer 5 coisas que adoro na minha vida, os blogs indicados por mim devem fazer o mesmo:
1 - Evil Bannanas
2 - Doze com Dezoito
3 - Art and Pills
4 - Music plus Vellocet
5 - Deu Tilt
6 - Ohm Sweet Ohm
7 - Arcoirá
8 - Geek Me Up!
9 - Vício Auditivo
10 - Sub-Estagiários
As 5 coisas:
Internet
Ler
Escrever
Tomar Café
Assistir documentários sobre ornitorrincos
Até mais e obrigado pelos selos!

Agora eu devo repassar este selo para 10 outros blogs e dizer 5 coisas que adoro na minha vida, os blogs indicados por mim devem fazer o mesmo:
1 - Evil Bannanas
2 - Doze com Dezoito
3 - Art and Pills
4 - Music plus Vellocet
5 - Deu Tilt
6 - Ohm Sweet Ohm
7 - Arcoirá
8 - Geek Me Up!
9 - Vício Auditivo
10 - Sub-Estagiários
As 5 coisas:
Internet
Ler
Escrever
Tomar Café
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Até mais e obrigado pelos selos!
terça-feira, 25 de agosto de 2009
As gordinhas, tome cuidado com as facetas
Veja bem, não tenho nada contra as gordinhas, elas que não se ajudam. Não venham dizer que os homens são machistas, que não tratamos bem as mulheres, isso é falácia, não existe. É uma mentira, maior que as mentiras que os homens contam. Vou exemplificar aqui o charme gorduroso das gordinhas, o que será difícil, não sei como posso transformar uma série de pixels em algo tão atraente quanto um pedaço de picanha mal passada.
O que acontece é que gordinhas são inconvenientes. São elas que você acaba 'pegando' quando está bêbado em uma festa, são elas que te pressionam em direção ao puta merda do ônibus quando querem passar com toda sua circunferência, são elas que ocupam 75% do banco e que estão sentadas, deixando para você espaço para pouco mais de uma perna. Essa falta de sensibilidade e excesso de peso é facilmente identificado, também, em filas de padarias, restaurantes, super mercados e afins. Tudo que envolve comida. Sempre há uma mulher acima do peso, ela está nervosa, o suor escorre pela testa dela. O pescoço dela se estica por cima do seu ombro e ela checa o que você está comprando, o que ela mais deseja naquela momento? Que ela passe no caixa logo, que ela seja rapidamente atendida, ela quer comer.

Comer é tudo que as gordinhas gostam. Na verdade elas gostam de mostrar todos os lados personalidade que elas tem, e elas tem uma grande personalidade, pois tem uma grande espaço para guarda-la. Essa é a explicação científica da simpatia das gordinhas, existe espaço para ela, a simpatia, se proliferar.
Por fim uma coisa polêmica. Gordas, gordinhas, obesas, meninas fora do peso ideal, meninas acima do peso e anoréxicas que pesam mais de 100 kg desafiam a geometria. Elas são os únicos seres que possuem facetas moldáveis e arredondadas. Primeiro vou explicar o que é uma faceta, definição do dicionário:
"Pequena superfície plana de um objeto qualquer: facetas de um diamante." A palavra chave é 'plana'. as gordinhas desafiam isso tendo suas facetas mal torneadas e interditadas por pelancas e varizes.

Caro amigo, um aviso: Cuidado. As gordinhas são mais terríveis do que se imagina. Elas são animais sorrateiros que te atacam quando você está debilitado pelo alcool. Tome cuidado, elas caçam durante o ano todo.
#É um post alegórico com um texto alegórico com um assunto alegórico com gordinhas alegóricas, não me infernize.
O que acontece é que gordinhas são inconvenientes. São elas que você acaba 'pegando' quando está bêbado em uma festa, são elas que te pressionam em direção ao puta merda do ônibus quando querem passar com toda sua circunferência, são elas que ocupam 75% do banco e que estão sentadas, deixando para você espaço para pouco mais de uma perna. Essa falta de sensibilidade e excesso de peso é facilmente identificado, também, em filas de padarias, restaurantes, super mercados e afins. Tudo que envolve comida. Sempre há uma mulher acima do peso, ela está nervosa, o suor escorre pela testa dela. O pescoço dela se estica por cima do seu ombro e ela checa o que você está comprando, o que ela mais deseja naquela momento? Que ela passe no caixa logo, que ela seja rapidamente atendida, ela quer comer.

Comer é tudo que as gordinhas gostam. Na verdade elas gostam de mostrar todos os lados personalidade que elas tem, e elas tem uma grande personalidade, pois tem uma grande espaço para guarda-la. Essa é a explicação científica da simpatia das gordinhas, existe espaço para ela, a simpatia, se proliferar.
Por fim uma coisa polêmica. Gordas, gordinhas, obesas, meninas fora do peso ideal, meninas acima do peso e anoréxicas que pesam mais de 100 kg desafiam a geometria. Elas são os únicos seres que possuem facetas moldáveis e arredondadas. Primeiro vou explicar o que é uma faceta, definição do dicionário:
"Pequena superfície plana de um objeto qualquer: facetas de um diamante." A palavra chave é 'plana'. as gordinhas desafiam isso tendo suas facetas mal torneadas e interditadas por pelancas e varizes.

Caro amigo, um aviso: Cuidado. As gordinhas são mais terríveis do que se imagina. Elas são animais sorrateiros que te atacam quando você está debilitado pelo alcool. Tome cuidado, elas caçam durante o ano todo.
#É um post alegórico com um texto alegórico com um assunto alegórico com gordinhas alegóricas, não me infernize.
Ouvidos que ouvem demais
A vida moderna é uma merda. Claro que não falo da internet, que é meu vício, nem dos computadores, minhas paixões, nem de tecnologia alguma. Eu falo da distribuição urbana. Apartamentos, casas cada vez mais próximas, essas coisas.
Mas não é ruim poder observar a vizinha do prédio da frente trocar carícias com sua namorada, sim ela é lésbica. O ruim é ter que ouvir tudo que é merda que acontece na casa, ou apartamento ao lado. É tão ruim quanto ter a perna esmagada por um ônibus e por uma moto, todos sabemos que as motos machucam bem mais.
A vida em comunidade é uma merda, você ouve coisas da estirpe de "eu tô fazendo xixi agora, não pode esperar?" ou ainda espécies de coisas como músicas inconcebivelmente ruins que tocam incessantemente, você sabe onde e quando seu vizinho vai ter aquela reunião importantíssima do trabalho, sabe das brigas que eles tiveram. O pior de tudo? Sair de casa no mesmo horário da sua vizinha, olhar bem nos fundos dos olhos dela, tentando não rir, claro, e fingir que ela e o velho barrigudo, com o qual ela, bem fornida de carnes e jovem, casou por amor, amor ao dinheiro e a herança, não estavam trepando na noite passada.
O pior é olhar pra cara do seu vizinho velho, velho vizinho e fingir que não sabe que ele brochou umas 4 vezes antes de alcançar seu objetivo. Mas como eu sei isso? Sou um pervertido? Não, são os sons. Eu consigo ouvir, infelizmente. Para provar que não sou pervertido acrescento que sei até o que meus vizinhos comeram no almoço de hoje: Lasanha bolognesa, daquelas congeladas sabe?
Essa é uma das merdas das grandes cidades. Se nas pequenas existe a fofoca como meio de comunicação municipal, nas grandes existem os ouvidos que não querem ouvir e ouvem, como uma tortura.
Mas não é ruim poder observar a vizinha do prédio da frente trocar carícias com sua namorada, sim ela é lésbica. O ruim é ter que ouvir tudo que é merda que acontece na casa, ou apartamento ao lado. É tão ruim quanto ter a perna esmagada por um ônibus e por uma moto, todos sabemos que as motos machucam bem mais.
A vida em comunidade é uma merda, você ouve coisas da estirpe de "eu tô fazendo xixi agora, não pode esperar?" ou ainda espécies de coisas como músicas inconcebivelmente ruins que tocam incessantemente, você sabe onde e quando seu vizinho vai ter aquela reunião importantíssima do trabalho, sabe das brigas que eles tiveram. O pior de tudo? Sair de casa no mesmo horário da sua vizinha, olhar bem nos fundos dos olhos dela, tentando não rir, claro, e fingir que ela e o velho barrigudo, com o qual ela, bem fornida de carnes e jovem, casou por amor, amor ao dinheiro e a herança, não estavam trepando na noite passada.
O pior é olhar pra cara do seu vizinho velho, velho vizinho e fingir que não sabe que ele brochou umas 4 vezes antes de alcançar seu objetivo. Mas como eu sei isso? Sou um pervertido? Não, são os sons. Eu consigo ouvir, infelizmente. Para provar que não sou pervertido acrescento que sei até o que meus vizinhos comeram no almoço de hoje: Lasanha bolognesa, daquelas congeladas sabe?
Essa é uma das merdas das grandes cidades. Se nas pequenas existe a fofoca como meio de comunicação municipal, nas grandes existem os ouvidos que não querem ouvir e ouvem, como uma tortura.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Lucinda e sua vida de fudida #1
Ela se olhava no espelho todo dia, era um espelho velho sabe? Daqueles com manchas pretas. Mas as manchas não incomodavam Lucinda, ela achava que as manchas estavam ali por algum motivo, e era verdade. Aquelas coisas pretas no espelho eram obra de algum deus, uma obra que rogava pela auto-estima de Lucinda.
O cabelo da mulher era espetado. Duro, seco, não baixava, o cabelo de Lucinda parecia um traficante carioca, estava sempre armado. Como se isso não bastasse, a protagonista da nossa história tinha uma testa enorme. A testa dela era tão grande que a parteira teve tempo de tomar uma cafezinho durante o parto, foram vários minutos até toda cabela dela sair do útero da mãe, aliás, segundo a própria mãe de Lucinda, ela não havia saído de um útero e sim de um bucho.
Lucinda estava pronta. Arrumada. Seguiu do seu quartoeiro - que nada mais é que um quarto na mesma peça que o banheiro - para a cozinhala - que, obviamente, é a cozinha unida a sala. Na cozinhala ela preparou seu café, por que, sim, ela ia tomar café hoje, primeira vez no mês. Tirou o crochê decima da pia, tirou paninhos de todos os lugares possíveis, matou alguma baratas e pegou escolheu algo da cesta que ganhou na firma.
Ela pegou castanhas, algo fez Lucinda pensar que seria ótimo comer castanhas, para ela comer castanhas eram chics, castanhas era uma das coisas 'de rico' que ela queria comer faz tempo. Mas você deve estar se perguntando por que estou falando da vida da nossa querida Lucinda, enfim, Lucinda é, acima de tudo, uma fudida. Tem azar em todos setores conhecidos da vida. Foi Lucinda que provou que a máxima "Azar no jogo e sorte no amor" estava errada. Ela jogou, ela amou e se fodeu nos dois, o mundo não teve piedade.
A partir de hoje postarei histórias da vida de fudida de Lucinda.
O cabelo da mulher era espetado. Duro, seco, não baixava, o cabelo de Lucinda parecia um traficante carioca, estava sempre armado. Como se isso não bastasse, a protagonista da nossa história tinha uma testa enorme. A testa dela era tão grande que a parteira teve tempo de tomar uma cafezinho durante o parto, foram vários minutos até toda cabela dela sair do útero da mãe, aliás, segundo a própria mãe de Lucinda, ela não havia saído de um útero e sim de um bucho.
Lucinda estava pronta. Arrumada. Seguiu do seu quartoeiro - que nada mais é que um quarto na mesma peça que o banheiro - para a cozinhala - que, obviamente, é a cozinha unida a sala. Na cozinhala ela preparou seu café, por que, sim, ela ia tomar café hoje, primeira vez no mês. Tirou o crochê decima da pia, tirou paninhos de todos os lugares possíveis, matou alguma baratas e pegou escolheu algo da cesta que ganhou na firma.
Ela pegou castanhas, algo fez Lucinda pensar que seria ótimo comer castanhas, para ela comer castanhas eram chics, castanhas era uma das coisas 'de rico' que ela queria comer faz tempo. Mas você deve estar se perguntando por que estou falando da vida da nossa querida Lucinda, enfim, Lucinda é, acima de tudo, uma fudida. Tem azar em todos setores conhecidos da vida. Foi Lucinda que provou que a máxima "Azar no jogo e sorte no amor" estava errada. Ela jogou, ela amou e se fodeu nos dois, o mundo não teve piedade.
A partir de hoje postarei histórias da vida de fudida de Lucinda.
O retorno menos aguardado da história
O Gerador de Improbabilidade está de volta. Renascido das cinzas, assim como a fênix que um dia fez a mesma coisa que as outras fênis já faziam, renasceu. É uma coisa bonita. A volta do GI pode ser comparada a ressurreição de Cristo, é maior que isso, Cristo é um aprendiz do GI. Vejam vocês que já recomeço bem.
Recomeço sem assunto, sem propósito, sem vergonha, sem moral, sem sentido, sem beleza, sem champagne, sem fogos de artifício, sem amor, sem dor, sem dinheiro, sem orgulho, sem pantufas, sem torneira pingando, enfim, sem muitas coisas, mas provido com muita alegria. O Gerador de Improbalidade volta mais alegre que assalariado em dia de pagamento.
Espero que todos vocês que não vão ler isso acabem lendo, daí serei um homem rico em espírito. Para me despedir do post que faz renascer meu querido e primeiro filho-blog, o Gerador de Improbabilidade, gostaria de deixar algumas palavras de sabedoria, são elas:
"Se tu andares no escuro, tarde da noite e nada enxergar, acenda a luz."
Recomeço sem assunto, sem propósito, sem vergonha, sem moral, sem sentido, sem beleza, sem champagne, sem fogos de artifício, sem amor, sem dor, sem dinheiro, sem orgulho, sem pantufas, sem torneira pingando, enfim, sem muitas coisas, mas provido com muita alegria. O Gerador de Improbalidade volta mais alegre que assalariado em dia de pagamento.
Espero que todos vocês que não vão ler isso acabem lendo, daí serei um homem rico em espírito. Para me despedir do post que faz renascer meu querido e primeiro filho-blog, o Gerador de Improbabilidade, gostaria de deixar algumas palavras de sabedoria, são elas:
"Se tu andares no escuro, tarde da noite e nada enxergar, acenda a luz."
sábado, 2 de maio de 2009
Até mais e obrigado pelas balas de funcho.
Um foco. Estive refletindo e creio que este blog necessite de um foco. Estou somando quase 3000 acessos de gente que dá uma passada por aqui e não volta, existe a possibilidade da falta de qualidade do texto, existe da falta de contribuição desse blog para aspecto algum da vida e, claro, a falta de foco. Eu voto nas três possibilidades, com mais foco no foco.
Estarei me afastando do Gerador até eu definir que rumo tomar. Não sei continuo a postar aleatoriedades coloquialistas ou me foco, vou repetir muito essa palavra para não me esquecer de focar o blog, em um assunto determinado. As possibilidades de foco são várias, mas nenhuma me agrada completamente, pois acho que as pessoas deveriam se importar com o todo, não com somente um assunto. Apesar de pensar assim imagino que a internet seja responsável por essa especialização cada vez maio. Hoje em dias as pessoas só entendem de uma coisa, não conhecem o panorama, não sabem fazer conexões. Quem relaciona a China, os lenços palestinos, que são fabricados artesanalmente e a crise de camponesas no Oriente Médio?
O tempo que o blog ficará desativado não é pré-determinado, então se eu decidir meu foco amanha, amanha ele estará de volta. Até mais, obrigado pelos peixes e nunca se esqueçam das balas de funcho.
Estarei me afastando do Gerador até eu definir que rumo tomar. Não sei continuo a postar aleatoriedades coloquialistas ou me foco, vou repetir muito essa palavra para não me esquecer de focar o blog, em um assunto determinado. As possibilidades de foco são várias, mas nenhuma me agrada completamente, pois acho que as pessoas deveriam se importar com o todo, não com somente um assunto. Apesar de pensar assim imagino que a internet seja responsável por essa especialização cada vez maio. Hoje em dias as pessoas só entendem de uma coisa, não conhecem o panorama, não sabem fazer conexões. Quem relaciona a China, os lenços palestinos, que são fabricados artesanalmente e a crise de camponesas no Oriente Médio?
O tempo que o blog ficará desativado não é pré-determinado, então se eu decidir meu foco amanha, amanha ele estará de volta. Até mais, obrigado pelos peixes e nunca se esqueçam das balas de funcho.
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